Apenas 21% das pessoas no mundo estão engajadas em seus trabalhos.
- Daniele Coutinho

- 25 de fev.
- 2 min de leitura
No fim do ano passado, participamos de um encontro com a Renata Rivetti, referência em Felicidade, Bem-Estar e Futuro do Trabalho, logo após o lançamento do seu livro “O Poder do bem-estar: um guia para redesenhar o futuro do trabalho”.

Durante a palestra — e depois, ao ler o livro — me deparei com alguns dados que incomodam (e precisam incomodar):
📊 Apenas 21% das pessoas no mundo estão engajadas em seus trabalhos.
Isso significa que 79% trabalham por necessidade (em outras palavras, “só pra pagar os boletos”).
E os dados não param por aí.
O Brasil lidera o ranking mundial de ansiedade, ocupa o 2º lugar em Burnout e o 5º em depressão.
Como consequência direta desse cenário, vemos queda de produtividade e um custo estimado de 8,8 trilhões de dólares pra economia global
Ainda assim, por muito tempo, o bem-estar foi tratado como algo acessório.
Um “benefício”. Um “extra”.
A provocação que ficou para nós — e que a Renata traz com muita clareza — é simples e poderosa:
👉 Não existe negócio sustentável sem pessoas sustentáveis.
Falar de bem-estar hoje exige ir além do discurso.
Exige olhar para como o trabalho é organizado, liderado e decidido.
Saímos desse encontro com mais perguntas do que respostas:
Que tipo de ambiente estamos normalizando?
Qual é o custo invisível da sobrecarga constante?
Que decisões seguimos tomando em nome da performance?
Este post abre uma série de reflexões sobre felicidade, bem-estar e futuro do trabalho — temas que tenho estudado, vivido e aprofundado cada vez mais no Instituto Betelli.
Porque bem-estar não é bônus.
É base.




Comentários