top of page

Apenas 21% das pessoas no mundo estão engajadas em seus trabalhos.

No fim do ano passado, participamos de um encontro com a Renata Rivetti, referência em Felicidade, Bem-Estar e Futuro do Trabalho, logo após o lançamento do seu livro “O Poder do bem-estar: um guia para redesenhar o futuro do trabalho”.


Encontro com Renata Rivetti, após o lançamento do livro O Poder do Bem-Estar.
Encontro com Renata Rivetti, após o lançamento do livro O Poder do Bem-Estar.

Durante a palestra — e depois, ao ler o livro — me deparei com alguns dados que incomodam (e precisam incomodar):


📊 Apenas 21% das pessoas no mundo estão engajadas em seus trabalhos.

Isso significa que 79% trabalham por necessidade (em outras palavras, “só pra pagar os boletos”).


E os dados não param por aí.


O Brasil lidera o ranking mundial de ansiedade, ocupa o 2º lugar em Burnout e o 5º em depressão.


Como consequência direta desse cenário, vemos queda de produtividade e um custo estimado de 8,8 trilhões de dólares pra economia global


Ainda assim, por muito tempo, o bem-estar foi tratado como algo acessório.

Um “benefício”. Um “extra”.


A provocação que ficou para nós — e que a Renata traz com muita clareza — é simples e poderosa:


👉 Não existe negócio sustentável sem pessoas sustentáveis.

Falar de bem-estar hoje exige ir além do discurso.

Exige olhar para como o trabalho é organizado, liderado e decidido.


Saímos desse encontro com mais perguntas do que respostas:


  • Que tipo de ambiente estamos normalizando?

  • Qual é o custo invisível da sobrecarga constante?

  • Que decisões seguimos tomando em nome da performance?


Este post abre uma série de reflexões sobre felicidade, bem-estar e futuro do trabalho — temas que tenho estudado, vivido e aprofundado cada vez mais no Instituto Betelli.


Porque bem-estar não é bônus.

É base.



 
 
 

Comentários


bottom of page